Passei no concurso no estado de São Paulo. Uhuuu, Feliz como quem vai a guerra!!!
Primeiro, voltar para São Paulo me desespera, adoro Gotham City, mas não gosto de viver lá, não gosto do que eu sou lá. Alguem entende?
Peguei uma boa escola, proxima da casa dos meus pais, em que eu estudei inclusive, mas isso tambem me deprime, parece que rodei rodei e voltei pro mesmo buraco de onde eu saí, parece até que eu nem saí...
Alem do que a Sociologia no estado de São Paulo esta bem atrasada(acreditam que é 1 aula por semana?) bem como toda a educação... Ta que o Requião é temperamental mas os 8 anos de governo dele no Paraná foram muuuuito importante para nós. Ele quer que a gente dê Gramsci pra molecada, sabe o que é isso???
O Plano é ir, juntar uma grana, tentar mestrado, esperar concurso no Paraná e voltar correndo!!!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Professor x Aluno ?
Numa aula sobre democracia, sentandos em circulo, trouxemos o tema para o ambito escolar, e eles então reclamaram do excesso de regras, da falta de espaço para participação doa alunos, da falacia que é a tal gestão democratica e a proposta de pedagogia historico critica (nas suas palavras é claro)...
O fato é que o processo de aprendizado depende somente de dois sujeitos, o aluno e o professor(em alguns casos o segundo é até dispensavel), mas os interesses de ambos vem sendo violados pelas autoridades administrativas e políticas. Ou seja, a escola não serve mais ao educando e ao educador.
Outro ponto que nos ocorreu é que o conflito decorrente dessa administração nociva, explode na sala de aula, entre aluno e professor, que são na verdade as duas maiores vitimas desse processo. Isso ocorre porque somos nós, professor e aluno, que estamos frente a frente, que objetivamos o aprendizado, nós que vivemos a realidade da educação.
O ENSINO É RESULTADO DA RELAÇÃO ALUNO E O PROFESSOR.
ESSA ESTANCIA AUTORITARIA, HIERARQUIZADA E BUROCRATICA NA QUAL TEMOS TRABALHADO,
DEVE TER OUTRO NOME, E NEM ISSO NOS INFORMARAM.
O fato é que o processo de aprendizado depende somente de dois sujeitos, o aluno e o professor(em alguns casos o segundo é até dispensavel), mas os interesses de ambos vem sendo violados pelas autoridades administrativas e políticas. Ou seja, a escola não serve mais ao educando e ao educador.
Outro ponto que nos ocorreu é que o conflito decorrente dessa administração nociva, explode na sala de aula, entre aluno e professor, que são na verdade as duas maiores vitimas desse processo. Isso ocorre porque somos nós, professor e aluno, que estamos frente a frente, que objetivamos o aprendizado, nós que vivemos a realidade da educação.
O ENSINO É RESULTADO DA RELAÇÃO ALUNO E O PROFESSOR.
ESSA ESTANCIA AUTORITARIA, HIERARQUIZADA E BUROCRATICA NA QUAL TEMOS TRABALHADO,
DEVE TER OUTRO NOME, E NEM ISSO NOS INFORMARAM.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Veja? não Veja!
Reportagem da reacionaria revista Veja sobre o Ensino de Sociologia e Filosofia é uma "capivara no estomago", como diria velho professor de filosofia que tive.
A reportagem afirma que nossas matérias são dotadas de conceitos simplificados e de velhos chavões de esquerda, ideologizando os alunos. Conceitos simplificados? Sim, para alunos de 14 a 17 anos, evidentemente. Ideologizar? Mas vamos concorrer a panfletaria revista então? Agora nada é mais chavão de direita do que falar em "chavão da esquerda".
A reportagem começa criticando o exemplo do curriculo do estado do Acre, por constar nos seus conteudos o funcionamento de sindicatos. Mas ora, se todo o ensino hoje é voltado para o mercado de trabalho o que poderia ser de maior serventia aos nossos alunos futuros trabalhadores que a consciencia dos direitos e do poder do trabalhador?
E com que autoridade questionam o curso de Ciências Sociais, suas tendências teóricas? Quem é Marcelo Bortoloti? fez o que? Jornalismo? Jor-na-lis-mo? O que ele sabe do que aprendemos? Do que lecionamos? E péra lá, o que ele sabe de Karl Marx?
Falar ainda em profissionais desprovidos de visão ideológica? Se encontrarem, me digam onde estão, que eu explodo uma bomba lá. Não é disso que precisamos, não é esse o profissional que queremos, não é ao que nos propusemos, esqueçam!!!
E se alguem acha que essas disciplinas não ajudam na formação de um cidadão consciente e crítico. Se acham mesmo que escrever e fazer contas é a chave de todo conhecimento humano. Então, aconselho que se rematriculem na escola básica, agora com Filosofia e Sociologia, que tem muita coisa pra te ensinar.
http://veja.abril.com.br/310310/ideologia-cartilha-p-116.shtml
A reportagem afirma que nossas matérias são dotadas de conceitos simplificados e de velhos chavões de esquerda, ideologizando os alunos. Conceitos simplificados? Sim, para alunos de 14 a 17 anos, evidentemente. Ideologizar? Mas vamos concorrer a panfletaria revista então? Agora nada é mais chavão de direita do que falar em "chavão da esquerda".
A reportagem começa criticando o exemplo do curriculo do estado do Acre, por constar nos seus conteudos o funcionamento de sindicatos. Mas ora, se todo o ensino hoje é voltado para o mercado de trabalho o que poderia ser de maior serventia aos nossos alunos futuros trabalhadores que a consciencia dos direitos e do poder do trabalhador?
E com que autoridade questionam o curso de Ciências Sociais, suas tendências teóricas? Quem é Marcelo Bortoloti? fez o que? Jornalismo? Jor-na-lis-mo? O que ele sabe do que aprendemos? Do que lecionamos? E péra lá, o que ele sabe de Karl Marx?
Falar ainda em profissionais desprovidos de visão ideológica? Se encontrarem, me digam onde estão, que eu explodo uma bomba lá. Não é disso que precisamos, não é esse o profissional que queremos, não é ao que nos propusemos, esqueçam!!!
E se alguem acha que essas disciplinas não ajudam na formação de um cidadão consciente e crítico. Se acham mesmo que escrever e fazer contas é a chave de todo conhecimento humano. Então, aconselho que se rematriculem na escola básica, agora com Filosofia e Sociologia, que tem muita coisa pra te ensinar.
http://veja.abril.com.br/310310/ideologia-cartilha-p-116.shtml
terça-feira, 9 de março de 2010
Não tem preço!
Moto-taxi pra chegar na escola (atrasada) R$ 5,00
Remédio para garganta (sem voz) R$ 10,00
Hora aula no estado do Paraná R$ 8,99
Ouvir dos alunos
"Você é a melhor professora que a gente tem"
"Vamos fazer um abaixo assinado pra você voltar pra nossa escola esse ano"
"Ah não, fica mais uma aula"
"Saudade"
NÃO TEM PREÇO!!!
Remédio para garganta (sem voz) R$ 10,00
Hora aula no estado do Paraná R$ 8,99
Ouvir dos alunos
"Você é a melhor professora que a gente tem"
"Vamos fazer um abaixo assinado pra você voltar pra nossa escola esse ano"
"Ah não, fica mais uma aula"
"Saudade"
NÃO TEM PREÇO!!!
terça-feira, 2 de março de 2010
Durma bem professor!
Nós professores recebemos um impresso com algumas orientações do Governo do Estado do Paraná, para mantermos a integridade física e a sanidade mental em sala de aula. Diz assim:
Professor:
- Procure refeições leves. (hãm)
- Evite dormir com fome ou sede para não levantar. (uhum)
- Evite cigarro, café e bebidas alcoolicas. (ok)
- Evite exercícios físicos a noite. (aí eu não volto pra casa?)
- Procure um ambiente para dormir sem luz, ruído, calor. (começou a ficar engraçado!)
- Não leia, estude ou assista tv na cama (impossivel)
- Associe a cama exclusivamente ao sono e ao sexo (juro, diz isso!)
- Saia da cama somente se estiver sem sono (obrigada governador, te amo)
Seguindo estes ensinamentos você não é um simples professor, é um ente de luz e de elevação superior!!! Boa sorte.
Professor:
- Procure refeições leves. (hãm)
- Evite dormir com fome ou sede para não levantar. (uhum)
- Evite cigarro, café e bebidas alcoolicas. (ok)
- Evite exercícios físicos a noite. (aí eu não volto pra casa?)
- Procure um ambiente para dormir sem luz, ruído, calor. (começou a ficar engraçado!)
- Não leia, estude ou assista tv na cama (impossivel)
- Associe a cama exclusivamente ao sono e ao sexo (juro, diz isso!)
- Saia da cama somente se estiver sem sono (obrigada governador, te amo)
Seguindo estes ensinamentos você não é um simples professor, é um ente de luz e de elevação superior!!! Boa sorte.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Férias de Socióloga
Rio 40º
Tava eu em Ipanema, quando chega um jovem e simpático casal com seus cachorros, um labrador que pulava feliz as ondas e depois cavava areia pra deitar no fresco, enquanto que o seu amigo menor corria feliz atrás das pombas...
Todos brincavam com eles ou observavam felizes as criaturinhas.
Do nada aparece um guarda dizendo que era proíbido os animais e que os levassem.
Os donos chateados levantaram e saíram chamando os cães que deitados, com as orelhas baixas, se recusavam a ir embora.
Quem reclamou foi um visinho de guarda sol, juiz federal que se justificava:
- Me desculpa, mas outro dia eu trouxe o meu e não pude ficar.
Eu: - Se você não pode, não deixa mais ninguem (rindo pra não matar)
Juiz: - Claro, eu sou juiz, a lei é igual para todos.
Eu: - E quando você trouxe o seu não sabia da lei?
Juiz: - Não, sou Juiz Federal.
Eu: - Mãs não é bem informado pelo jeito.
Juiz: - É que cachorros trazem doenças...
Eu: - Você tambem não sabia disso antes, quando trazia o seu cachorro? As pombas que são muitas aqui trazem muito mais, o esgoto que cai na praia ali na frente tambem.
Juiz: - Mas isso nós não podemos controlar.
Eu: - Me chateia essa arrogancia do ser humano de achar que ele, justamente ele que mais prejudica a natureza, tem mais direito sobre ela.
Juiz: - É, mas é lei, não pode e pronto.
Eu: - Eu entendo, você como juiz deve ser um seguidor rigoroso das leis.
Juiz: - Claro, você não é?
Eu: - Ahh se você soubesse... Mas sou socióloga, meu papel na sociedade é justamente o outro ponto, questionar.
Juiz: - Parabéns pela sua profissão, muito bonita.
Eu: - Obrigada, não posso diser o mesmo.
Tava eu em Ipanema, quando chega um jovem e simpático casal com seus cachorros, um labrador que pulava feliz as ondas e depois cavava areia pra deitar no fresco, enquanto que o seu amigo menor corria feliz atrás das pombas...
Todos brincavam com eles ou observavam felizes as criaturinhas.
Do nada aparece um guarda dizendo que era proíbido os animais e que os levassem.
Os donos chateados levantaram e saíram chamando os cães que deitados, com as orelhas baixas, se recusavam a ir embora.
Quem reclamou foi um visinho de guarda sol, juiz federal que se justificava:
- Me desculpa, mas outro dia eu trouxe o meu e não pude ficar.
Eu: - Se você não pode, não deixa mais ninguem (rindo pra não matar)
Juiz: - Claro, eu sou juiz, a lei é igual para todos.
Eu: - E quando você trouxe o seu não sabia da lei?
Juiz: - Não, sou Juiz Federal.
Eu: - Mãs não é bem informado pelo jeito.
Juiz: - É que cachorros trazem doenças...
Eu: - Você tambem não sabia disso antes, quando trazia o seu cachorro? As pombas que são muitas aqui trazem muito mais, o esgoto que cai na praia ali na frente tambem.
Juiz: - Mas isso nós não podemos controlar.
Eu: - Me chateia essa arrogancia do ser humano de achar que ele, justamente ele que mais prejudica a natureza, tem mais direito sobre ela.
Juiz: - É, mas é lei, não pode e pronto.
Eu: - Eu entendo, você como juiz deve ser um seguidor rigoroso das leis.
Juiz: - Claro, você não é?
Eu: - Ahh se você soubesse... Mas sou socióloga, meu papel na sociedade é justamente o outro ponto, questionar.
Juiz: - Parabéns pela sua profissão, muito bonita.
Eu: - Obrigada, não posso diser o mesmo.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Ensino Profissionalizante
Peguei aulas no Ensino Profissionalizante, no primeiro momento torci a cara, nhé!
Depois descobri que a disciplina seria "Sociologia do Trabalho", comecei achar interessante, minha area de pesquisa, pode ser interessante, acho que aprendo mais dando aula, preparando-as que na graduação. A segunda boa surpresa, o curso forma profissionais para cuidar de idosos, e essa questão do idoso vem me rondando as idéias há algum tempo. Mas o legal desse curso é que não é uma formação voltada pra saúde, não é um tipo de enfermeiro, é muito mais voltado pra uma formação humanista, com boas noções de direito, filosofia, psicologia, sociologia, terapia ocupacional. Além do grupo de alunos tambem ser bastante interessante. Tô animada!!!
Depois descobri que a disciplina seria "Sociologia do Trabalho", comecei achar interessante, minha area de pesquisa, pode ser interessante, acho que aprendo mais dando aula, preparando-as que na graduação. A segunda boa surpresa, o curso forma profissionais para cuidar de idosos, e essa questão do idoso vem me rondando as idéias há algum tempo. Mas o legal desse curso é que não é uma formação voltada pra saúde, não é um tipo de enfermeiro, é muito mais voltado pra uma formação humanista, com boas noções de direito, filosofia, psicologia, sociologia, terapia ocupacional. Além do grupo de alunos tambem ser bastante interessante. Tô animada!!!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Conselho
Ultima semana de aula (5ºsérie)
-Ahhhh professora não passa lição não, conversa com a gente, fala de conselho.
-Não não pessoal, conselho de classe já foi, quem passou passou, quem reprovou reprovou.
-Não professora, conselho de vida!!!
(glup!)
-Ahhhh professora não passa lição não, conversa com a gente, fala de conselho.
-Não não pessoal, conselho de classe já foi, quem passou passou, quem reprovou reprovou.
-Não professora, conselho de vida!!!
(glup!)
Ensino Religioso
Ensino Religioso? Sou contra!!! Então toma essas aulas...
A Sociologia e a Filosofia travaram uma briga de décadas pela sua inserção obrigatória no ensino básico, tentando provar seu valor etc e taus. Aí me inventam essa disciplina "Ensino Religioso" e a colocam lá sem nenhuma discussão, e sem sequer haver uma licenciatura pra essa formação. Pra mim, algumas noçoes, como historia das religiôes, diversidade religiosa e discussões metafisicas tem que ser dadas respectivamente pelas disciplina de Historia, Sociologia e Filosofia, e ponto final.
Entra eu na sala de aula da 5ºsérie.
-Quem aqui é Católico? (metade da sala levanta a mão)
-E Evangélico? (a outra metade)
-Alguem é de outra religião?
Cristãos com unanimidade em 10 turmas.
-Professora, e você?
-Não tenho religião.
-Mas você acredita em Deus né?
-Não.
Virei as costas e comecei a escrever no quadro. Burburinhos indignados tomaram conta da sala. Acabou a aula, trocando de sala, alunos me abordam nos corredores e na outra turma:
-Você é a professora que não acredita em Deus? É Verdade?
Segundo dia de aula, pedagoga me chama perguntando o que aconteceu na aula que os alunos foram reclamar que teriam aula de ensino religioso com uma professora que não acreditava em Deus.
Voltei pra sala expliquei pra eles a diferença entre igreja e escola, e deixei claro que não iria aceitar preconceitos, inclusive comigo, que toda fé seria alí respeitada, inclusive a não fé.
A partir daí eles ficaram cada vez mais curiosos com a opção que antes parecia absurda, me questionavam muito e eu apenas fazia o mesmo.
A Sociologia e a Filosofia travaram uma briga de décadas pela sua inserção obrigatória no ensino básico, tentando provar seu valor etc e taus. Aí me inventam essa disciplina "Ensino Religioso" e a colocam lá sem nenhuma discussão, e sem sequer haver uma licenciatura pra essa formação. Pra mim, algumas noçoes, como historia das religiôes, diversidade religiosa e discussões metafisicas tem que ser dadas respectivamente pelas disciplina de Historia, Sociologia e Filosofia, e ponto final.
Entra eu na sala de aula da 5ºsérie.
-Quem aqui é Católico? (metade da sala levanta a mão)
-E Evangélico? (a outra metade)
-Alguem é de outra religião?
Cristãos com unanimidade em 10 turmas.
-Professora, e você?
-Não tenho religião.
-Mas você acredita em Deus né?
-Não.
Virei as costas e comecei a escrever no quadro. Burburinhos indignados tomaram conta da sala. Acabou a aula, trocando de sala, alunos me abordam nos corredores e na outra turma:
-Você é a professora que não acredita em Deus? É Verdade?
Segundo dia de aula, pedagoga me chama perguntando o que aconteceu na aula que os alunos foram reclamar que teriam aula de ensino religioso com uma professora que não acreditava em Deus.
Voltei pra sala expliquei pra eles a diferença entre igreja e escola, e deixei claro que não iria aceitar preconceitos, inclusive comigo, que toda fé seria alí respeitada, inclusive a não fé.
A partir daí eles ficaram cada vez mais curiosos com a opção que antes parecia absurda, me questionavam muito e eu apenas fazia o mesmo.
O grande começo
Me sinto com sorte, logo de cara já peguei tanta aula e escola legal. As primeiras aulas que peguei foram de educação para adultos da Zona Rural, em seguida me mandaram para outro distrito, numa escola que recebe alunos de um Assentamento do MST e da Reserva indigena dos Kaingangs, não podia ser mais desafiador pra começar. Ainda em 2009 me mandaram pro ensino fundamental em uma escola da periferia de Londrina, e em mais outra para dar Ensino Religioso (terá um post somente sobre essa experiência). Agora em 2010, primeira semana de aula e já tô na ativa denovo, dessa vez peguei novamente as escolas dos distritos (se tornaram muito especiais pra mim) e pra sair da minha area de conforto, peguei aula em dois colégios modelos da zona central de Londrina, em que eu pude estagiar durante a faculdade.
Essa diversidade foi uma chave fundamental nesse começo de carreira, sinto que aprendi tanto em tão pouco tempo, acho que pela minha vontade e interesse sim, mas tambem por essas oportunidades de sorte!!!
Essa diversidade foi uma chave fundamental nesse começo de carreira, sinto que aprendi tanto em tão pouco tempo, acho que pela minha vontade e interesse sim, mas tambem por essas oportunidades de sorte!!!
domingo, 7 de fevereiro de 2010
O Fim da Faculdade. O Começo de Tudo.
Tudo começou no fim, O FIM DA FACULDADE, tava eu formada, Cientista Social, Sociológa, Professora de Sociologia. De um ano para o outro eu passava de "futuro do país" para "indice de desemprego". Me lembro emocionada do dia da colação de grau, o reitor dizendo "Peguem seus canudos e façam suas carreiras". Era essa a dica!
E o mercado de trabalho tava lá me esperando, e esse mercado não parecia com uma luxuosa galeria, tava mais pra uma feira de contrabandos.
Mas passado alguns meses de trabalho sujo e informal... entra em cena ELA ( rufem os tambores) com um metro e meio e pesando zero toneladas, PROFESSORA VANESSA.
Agora, nesse meu segundo ano de trabalho, trabalho que eu escolhi e me dediquei para exercer, quero começar a escrever minhas experiências, para poder me lembrar sempre em detalhes e para compartilhar com pessoas que como eu se interessam por uma educação humanista. Sei que estou só começando, mas não quero nunca perder de vista o que me motiva a exercer com paixão o ensino de sociologia.
E o mercado de trabalho tava lá me esperando, e esse mercado não parecia com uma luxuosa galeria, tava mais pra uma feira de contrabandos.
Mas passado alguns meses de trabalho sujo e informal... entra em cena ELA ( rufem os tambores) com um metro e meio e pesando zero toneladas, PROFESSORA VANESSA.
Agora, nesse meu segundo ano de trabalho, trabalho que eu escolhi e me dediquei para exercer, quero começar a escrever minhas experiências, para poder me lembrar sempre em detalhes e para compartilhar com pessoas que como eu se interessam por uma educação humanista. Sei que estou só começando, mas não quero nunca perder de vista o que me motiva a exercer com paixão o ensino de sociologia.
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